Saúde e medicina no mundo
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A saúde brasileira em números: gasto, médicos, leitos e mortalidade infantil no quadro mundial

Acompanhando as estatísticas mundiais sobre Saúde e medicina

Dados de 212 países e territórios

Despesa em saúde (% do PIB)9.73%
31º de 193 (2024)
Despesa em saúde per capita1,010US$
64º de 193 (2024)
Médicos (por 1 000 habitantes)2.36por 1.000
79º de 208 (2023)
Taxa de mortalidade infantil12.3por 1.000
97º de 196 (2024)
Camas hospitalares (por 1 000 habitantes)2.52por 1.000
92º de 201 (2023)

Saúde em números: cinco indicadores no mundo

Esta apresentação percorre cinco indicadores de saúde do Banco Mundial: gasto em proporção do PIB, gasto por habitante, médicos, mortalidade infantil e leitos hospitalares. Cada quadro traz o ranking dos países, o valor e a posição do Brasil e a evolução da série disponível. Todos os números vêm dos mesmos dados usados no texto.

Health spending (% of GDP)31Brasil destina 9,73% do PIB à saúde, 31º lugar entre 193 países
Health spending per person64São 1.009,84 dólares por habitante no Brasil, 64º lugar entre 193 países
Physicians per 1,000 people79O Brasil tem 2,357 médicos por 1.000 habitantes, 79º lugar entre 208 países
Infant mortality rate97A mortalidade infantil no Brasil é de 12,3 por 1.000 nascidos vivos, 97º lugar entre 196 países
Hospital beds per 1,000 people92São 2,52 leitos por 1.000 habitantes no Brasil, 92º lugar entre 201 países

Leia cada quadro isoladamente: as unidades (%, dólares, pessoas ou leitos por 1.000, óbitos por 1.000 nascidos vivos), o número de países cobertos (de 193 a 208) e o ano mais recente mudam de indicador para indicador. Por isso, as posições de um quadro não devem ser comparadas diretamente com as de outro.

Pontos principais

Nos cinco indicadores reunidos aqui, o Brasil aparece quase sempre na metade superior da lista, mas nunca perto do topo. O número que mais chama atenção é a mortalidade infantil: 12,3 óbitos por 1.000 nascidos vivos (2024), 97º lugar entre 196 países — menos da metade do valor mundial, de 27,7. Do outro lado, o país tem 2,52 leitos hospitalares por 1.000 habitantes (92º entre 201), abaixo do valor mundial de 3,29, e 2,357 médicos por 1.000 habitantes (79º entre 208), acima do valor mundial de 1,861. O gasto em saúde equivale a 9,73% do PIB (31º entre 193) e a 1.009,84 dólares por habitante (64º entre 193). É um conjunto irregular: resultados de saúde melhores que a média mundial, com estrutura instalada e recursos por pessoa em posição bem mais modesta.

*Fontes: World Bank (WDI) — Mortality rate, infant (SP.DYN.IMRT.IN); Hospital beds (SH.MED.BEDS.ZS); Physicians (SH.MED.PHYS.ZS); Current health expenditure (% of GDP) (SH.XPD.CHEX.GD.ZS); Current health expenditure per capita (SH.XPD.CHEX.PC.CD). https://data.worldbank.org/indicator/SH.XPD.CHEX.GD.ZS*

Valor mais recente do indicador central

O indicador que abre esta edição é o gasto corrente em saúde como proporção do PIB. O Brasil registra 9,73%, o que o coloca em 31º lugar entre 193 países. O valor mundial informado pela fonte é 10,02%, ou seja, o país está cerca de 0,29 ponto percentual abaixo da referência mundial e ainda assim dentro dos 20% melhor colocados da lista. Isso não é contradição: a média mundial é puxada para cima por alguns países com valores muito altos, enquanto a maior parte dos países fica bem abaixo dela. A série histórica disponível para o Brasil vai de 2012 a 2023, e o valor mais recente publicado corresponde ao fim dessa série. A leitura mais segura é intermediária: o Brasil destina à saúde uma fatia da economia comparável à de países de renda alta, mas não figura entre os primeiros colocados.

*Fonte: World Bank (WDI) — Current health expenditure (% of GDP), SH.XPD.CHEX.GD.ZS. https://data.worldbank.org/indicator/SH.XPD.CHEX.GD.ZS*

Quem está no topo e na base

No topo da razão gasto/PIB aparecem Tuvalu (27,09%), Nauru (18,21%), EUA (16,69%), Afeganistão (14,99%), Ilhas Marshall (13,41%) e Libéria (13,01%); logo depois vêm Micronésia (12,88%), Lesoto (12,61%), Alemanha (12,27%), Áustria (11,83%) e Suíça (11,69%). Na base estão Laos (1,33%), Bangladesh (2,17%), Brunei (2,23%), Djibuti (2,28%), Guiana (2,47%), Paquistão (2,52%), Catar (2,52%) e Angola (2,55%).

Vale notar como esse ranking se forma. No topo convivem economias de renda alta e países muito pequenos ou fortemente dependentes de financiamento externo, cujo denominador — o PIB — é reduzido. Na base aparecem países de renda alta como Brunei e Catar. Por isso a posição nesta lista não deve ser lida como medida de qualidade ou de suficiência da atenção à saúde. O Brasil, com 9,73% e a 31ª posição, fica no terço superior, mas distante do grupo da frente.

*Fonte: World Bank (WDI) — Current health expenditure (% of GDP), SH.XPD.CHEX.GD.ZS. https://data.worldbank.org/indicator/SH.XPD.CHEX.GD.ZS*

Como mudou nos últimos dez anos

A proporção do PIB destinada à saúde no Brasil subiu de 7,74% em 2012 para 9,73% em 2023, um avanço de cerca de 2,0 pontos percentuais, com crescimento contínuo até 2019 (9,61%), estabilidade em 2020 (9,62%) e 2021 (9,64%), recuo em 2022 (9,39%) e novo aumento em 2023.

A mortalidade infantil caiu de 14,4 por 1.000 em 2013 para 12,3 em 2024, uma redução de 2,1 pontos, com uma elevação pontual em 2016 (14,6) e queda lenta e regular desde então. O número de médicos por 1.000 habitantes passou de 1,197 em 1994 para 2,357 em 2023; entre os anos mais recentes da série, foi de 1,87 em 2011 a 2,351 em 2019, 2,191 em 2021 e 2,357 em 2023. Já os leitos hospitalares recuaram de 2,59 por 1.000 habitantes em 2010 para 2,29 em 2019, subindo depois para 2,49 em 2020 e 2,52 em 2021.

O gasto por habitante em dólares correntes registrou 968,73 em 2012, 796,15 em 2015, 680,77 em 2020 e 1.009,84 em 2023. Como se trata de valores convertidos em dólares nominais, as variações incorporam o efeito da taxa de câmbio e não correspondem necessariamente ao que ocorreu em reais; aqui os números são apenas apresentados, sem conclusão sobre aumento ou redução real.

*Fontes: World Bank (WDI) — SH.XPD.CHEX.GD.ZS; SP.DYN.IMRT.IN; SH.MED.PHYS.ZS; SH.MED.BEDS.ZS; SH.XPD.CHEX.PC.CD. https://data.worldbank.org/indicator/SH.XPD.CHEX.PC.CD*

Comparação com países próximos

Em proporção do PIB, os 9,73% do Brasil ficam 6,96 pontos abaixo dos EUA (16,69%), 2,54 abaixo da Alemanha (12,27%), 1,80 abaixo da França (11,54%), 1,40 abaixo do Reino Unido (11,13%) e 1,01 abaixo do Japão (10,74%); acima ficam a Coreia do Sul (8,68%, diferença de 1,05 ponto) e a China (5,94%). Entre os vizinhos que aparecem nesta base, a Guiana registra 2,47%, na 189ª posição.

Em valores por habitante a distância é bem maior: os 1.009,84 dólares do Brasil equivalem a cerca de 7,5% dos 13.473,19 dos EUA, a 15% dos 6.849,26 da Alemanha e a 28% dos 3.638,19 do Japão; a China aparece com 763,38.

Em médicos por 1.000 habitantes, os 2,357 do Brasil ficam abaixo da Alemanha (4,534), dos EUA (3,681), do Reino Unido (3,301), da França (3,281), da China (3,112), do Japão (2,649) e da Coreia do Sul (2,61). Na América Latina, a Argentina registra 5,106 (9º lugar) e Cuba lidera a lista mundial com 9,542. Em leitos, os 2,52 do Brasil ficam entre os EUA (2,68) e o Reino Unido (2,42), muito abaixo da Coreia do Sul (12,81), do Japão (12,59), da Alemanha (7,55), da França (5,65) e da China (5,63). Na mortalidade infantil, os 12,3 do Brasil se comparam a 5,5 nos EUA, 4,1 no Reino Unido e na China, 3,4 na França, 3,1 na Alemanha, 2,3 na Coreia do Sul e 1,8 no Japão — e ao extremo oposto da lista, com Sudão do Sul em 71,9 e Nigéria em 69,8.

*Fontes: World Bank (WDI) — SH.XPD.CHEX.GD.ZS; SH.XPD.CHEX.PC.CD; SH.MED.PHYS.ZS; SH.MED.BEDS.ZS; SP.DYN.IMRT.IN. https://data.worldbank.org/indicator/SH.MED.PHYS.ZS*

Como ler estes números

O gasto em proporção do PIB depende do denominador: economias pequenas, ou que encolheram, tendem a exibir valores mais altos, e o mesmo ocorre quando parte relevante do financiamento vem de ajuda externa. Por isso posições altas nessa lista não indicam, por si sós, melhor atenção à saúde. O gasto por habitante está em dólares correntes, de modo que a taxa de câmbio afeta tanto a comparação entre países quanto a leitura da série ao longo do tempo.

A contagem de leitos varia conforme o país inclua ou não leitos de longa permanência e psiquiátricos, e um número maior não significa necessariamente melhor cuidado. A definição de médico (em atividade clínica ou apenas registrado) e o ano de apuração também diferem entre países. Além disso, o número de países cobertos muda de indicador para indicador — 193, 196, 201 e 208 — e o ano mais recente não é o mesmo em todos: a mortalidade infantil chega a 2024, as duas séries de gasto vão até 2023, os médicos até 2023 e os leitos até 2021. Comparar posições de indicadores diferentes como se fossem a mesma escala, ou tratar todos os valores como um retrato de um único ano, leva a conclusões frágeis. As listas de topo também incluem unidades que não são países independentes, como Ilhas Virgens Americanas, Groenlândia e CHI. As atualizações costumam ocorrer cerca de uma vez por ano e podem trazer revisões dos valores anteriores.

*Fontes: World Bank (WDI) — SH.XPD.CHEX.GD.ZS; SH.XPD.CHEX.PC.CD; SH.MED.PHYS.ZS; SP.DYN.IMRT.IN; SH.MED.BEDS.ZS. https://data.worldbank.org/indicator/SH.MED.BEDS.ZS*

Despesa em saúde (% do PIB) no mapa e em gráficos

Mapa-múndi de Despesa em saúde (% do PIB)
Mapa-múndi: Despesa em saúde (% do PIB) (2024). Quanto mais escuro, maior o valor. O contorno laranja é Brasil. Fonte World Bank (WDI)
PosiçãoPaís / território%
1Tuvalu27.09
2Nauru18.21
3EUA16.69
4Afeganistão14.99
5Ilhas Marshall13.41
29Países Baixos10.01
30Eslovênia9.88
31Brasil9.73
32Iêmen9.7
33Montenegro9.65
191Brunei2.23
192Bangladesh2.17
193Laos1.33

Ver o ranking completo de 193 países e territórios →

No topo estão Tuvalu (27,09%), Nauru (18,21%) e EUA (16,69%); na base, Laos (1,33%), Bangladesh (2,17%) e Brunei (2,23%). O Brasil aparece na 31ª posição, acima da Coreia do Sul (8,68%) e abaixo do Japão (10,74%).

Despesa em saúde (% do PIB): topo, base e Brasil1Tuvalu27.092Nauru18.213EUA16.694Afeganistão14.995Ilhas Marshall13.4129Países Baixos10.0130Eslovênia9.8831Brasil9.7332Iêmen9.733Montenegro9.65191Brunei2.23192Bangladesh2.17193Laos1.33%
Os 5 primeiros, os vizinhos de Brasil e os 3 últimos (2024). O número à esquerda da barra é a posição. Fonte World Bank (WDI)
Evolução de Despesa em saúde (% do PIB)20.215.911.57.22.82012201420162018202020222023BrasilEUAChinaMundo%
Brasil diante das grandes economias e do mundo. Fonte World Bank (WDI)

As barras mostram que o topo mistura economias de renda alta com países pequenos ou dependentes de financiamento externo. A linha de tendência sobe de 7,74% em 2012 para 9,73% em 2023, com recuo em 2022 (9,39%).

Comparar países

Despesa em saúde per capita

Mapa-múndi de Despesa em saúde per capita
Mapa-múndi: Despesa em saúde per capita (2024). Quanto mais escuro, maior o valor. O contorno laranja é Brasil. Fonte World Bank (WDI)
PosiçãoPaís / territórioUS$
1EUA13,473
2Suíça11,784
3Liechtenstein11,495
4Noruega8,296
5Luxemburgo8,170
62Montenegro1,148
63Romênia1,051
64Brasil1,010
65Rússia1,003
66Sérvia983.69
191Somália22.37
192Sudão21.08
193Madagascar17.44

Ver o ranking completo de 193 países e territórios →

EUA (13.473,19), Suíça (11.783,67) e Liechtenstein (11.494,96) lideram; Madagascar (17,44), Sudão (21,08) e Somália (22,37) fecham a lista. O Brasil fica na faixa intermediária, na 64ª posição.

Despesa em saúde per capita: topo, base e Brasil1EUA13,4732Suíça11,7843Liechtenstein11,4954Noruega8,296.365Luxemburgo8,169.9162Montenegro1,147.763Romênia1,05164Brasil1,009.8465Rússia1,003.3366Sérvia983.69191Somália22.37192Sudão21.08193Madagascar17.44US$
Os 5 primeiros, os vizinhos de Brasil e os 3 últimos (2024). O número à esquerda da barra é a posição. Fonte World Bank (WDI)
Evolução de Despesa em saúde per capita15,05610,9676,878.92,790.5-1,297.92012201420162018202020222023BrasilEUAChinaMundoUS$
Brasil diante das grandes economias e do mundo. Fonte World Bank (WDI)

A distância entre os extremos passa de 700 vezes, e as barras caem muito rápido depois do topo. A série brasileira registra 968,73 em 2012, 680,77 em 2020 e 1.009,84 em 2023.

Médicos (por 1 000 habitantes)

Mapa-múndi de Médicos (por 1 000 habitantes)
Mapa-múndi: Médicos (por 1 000 habitantes) (2023). Quanto mais escuro, maior o valor. O contorno laranja é Brasil. Fonte World Bank (WDI)

Cuba (9,542), Mônaco (8,609) e Seicheles (6,598) ocupam o topo, com a Argentina em 9º (5,106); na base estão Níger (0,038), Sudão do Sul (0,041) e Malaui (0,054). O Brasil está na metade superior, na 79ª posição.

Médicos (por 1 000 habitantes): topo, base e Brasil1Cuba9.542Mônaco8.613Seicheles6.64Grécia6.585Portugal5.8577Colômbia2.5478República Dominicana2.4379Brasil2.3680Malásia2.3481Equador2.31206Somália0.05207Sudão do Sul0.04208Níger0.04por 1.000
Os 5 primeiros, os vizinhos de Brasil e os 3 últimos (2023). O número à esquerda da barra é a posição. Fonte World Bank (WDI)
Evolução de Médicos (por 1 000 habitantes)43.22.41.70.91994199619982011201720212023BrasilEUAChinapor 1.000
Brasil diante das grandes economias e do mundo. Fonte World Bank (WDI)

O gráfico mostra uma diferença de mais de 200 vezes entre o primeiro e o último colocado. A linha brasileira sobe de 1,197 em 1994 para 1,87 em 2011 e 2,357 em 2023, com oscilação em 2021 (2,191).

Taxa de mortalidade infantil

Mapa-múndi de Taxa de mortalidade infantil
Mapa-múndi: Taxa de mortalidade infantil (2024). Quanto mais escuro, maior o valor. O contorno laranja é Brasil. Fonte World Bank (WDI)

San Marino (1,2), Estônia (1,5) e Bielorrússia (1,8) formam o topo; Sudão do Sul (71,9), Nigéria (69,8) e Níger (65,6) estão no extremo oposto. O Brasil ocupa a 97ª posição, na parte média da lista.

Taxa de mortalidade infantil: topo, base e Brasil1San Marino1.22Estônia1.53Bielorrússia1.84Japão1.85Eslovênia1.895Vietnã1296México12.197Brasil12.398Samoa12.399Azerbaijão12.5194Níger65.6195Nigéria69.8196Sudão do Sul71.9por 1.000
Os 5 primeiros, os vizinhos de Brasil e os 3 últimos (2024). O número à esquerda da barra é a posição. Fonte World Bank (WDI)
Evolução de Taxa de mortalidade infantil36.627.618.69.60.62013201520172019202120232024BrasilEUAChinaMundopor 1.000
Brasil diante das grandes economias e do mundo. Fonte World Bank (WDI)

As barras separam com clareza dois grupos, abaixo de 5 e acima de 50. A linha brasileira desce de 14,4 em 2013 para 12,3 em 2024, com alta pontual em 2016 (14,6).

Camas hospitalares (por 1 000 habitantes)

Mapa-múndi de Camas hospitalares (por 1 000 habitantes)
Mapa-múndi: Camas hospitalares (por 1 000 habitantes) (2023). Quanto mais escuro, maior o valor. O contorno laranja é Brasil. Fonte World Bank (WDI)

Mônaco (21,99), Ilhas Virgens Americanas (18,68) e Groenlândia (14,35) lideram, seguidos por Coreia do Sul (12,81) e Japão (12,59); Chade (0,15) e Burquina Faso (0,20) fecham. O Brasil fica entre EUA (2,68) e Reino Unido (2,42).

Camas hospitalares (por 1 000 habitantes): topo, base e Brasil1Mônaco21.992Ilhas Virgens Americanas18.683Groenlândia14.354Coreia do Sul12.815Coreia do Norte12.890Andorra2.5691Canadá2.5492Brasil2.5293Vietnã2.5294Nova Zelândia2.51199Mali0.25200Burquina Faso0.2201Chade0.15por 1.000
Os 5 primeiros, os vizinhos de Brasil e os 3 últimos (2023). O número à esquerda da barra é a posição. Fonte World Bank (WDI)
Evolução de Camas hospitalares (por 1 000 habitantes)6542.91.92010201220142016201820202021BrasilEUAChinaMundopor 1.000
Brasil diante das grandes economias e do mundo. Fonte World Bank (WDI)

O gráfico deixa ver que países ricos aparecem nos dois lados da lista, o que reflete diferenças de definição de leito. A linha brasileira cai de 2,59 em 2010 para 2,29 em 2019 e volta a 2,52 em 2021.